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terça, 13 de novembro de 2018

Ágata vistoria 17 embarcações e aborda 702 pedestres na faixa de fronteira

09 NOV 2018Por: Leonardo Cabral11h38
Operação teve duração de uma semana na região do PantanalOperação teve duração de uma semana na região do Pantanal / Fotos: Divulgação Marinha do Brasil

Como já havia sido anunciado pelo Corumbá Agora, a Marinha do Brasil, por meio do 6° Distrito Naval, com sede em Ladário, confirmou mais uma edição da Operação Ágata na região de fronteira entre Corumbá e Bolívia. A ação teve início na segunda-feira (05) e terminou nesta sexta-feira (09).

Durante toda esta semana de operação, foram vistoriadas 17 embarcações, 107 motos, 971 veículos leves e 70 caminhões. Além disso, na oportunidade foram realizadas vistorias também em 129 ônibus e vans, e 702 revistas em pedestres e bicicletas que cruzaram a área de fronteira, bem como na área urbana e rural das regiões de Corumbá e Ladário.

A Marinha do Brasil foi a responsável por coordenar a operação, com apoio dos militares do Exército Brasileiro, assim, como outros órgãos de segurança da região pantaneira nesta faixa de fronteira.

Desde 2017, a Ágata inaugurou uma nova formatação de atuação, ou seja, ocorre de forma pontual sem datas previstas para ser realizada e sem prazo determinado.

A operação tem como objetivo, combater os crimes transfronteiriços. Militares dos órgãos de segurança atuaram em pontos estratégicos de Corumbá e Assentamentos, bem como estradas vicinais, conhecidas como “cabriteiras” reforçando ainda mais a fiscalização contra crimes como: tráfico de drogas, pessoas, armas e contrabando.

Além disso, as águas do rio Paraguai e também o território aéreo da região, ganham reforços no combate a esses crimes.

A Marinha do Brasil empregou o Navio-Transporte Fluvial Almirante Leverger, uma aeronave esquilo, militares do Grupamento de Fuzileiros Navais de Ladário-MS e da Agência Fluvial de Porto Murtinho e uma lancha da Capitania Fluvial do Pantanal. O Exército Brasileiro atuou com militares das Unidades da 18ª Brigada de Infantaria de fronteira, dos Pelotões Especiais de Fronteira (PEF) e com meios especiais recebidos do Comando Militar do Oeste, como helicópteros (Pantera e Fennec).

Além desses meios, houve a presença de um cão farejador e a imprescindível integração e colaboração dos OSPF, que atuaram sinergicamente com os militares das Forças Armadas.

No total, foram mobilizados cerca de 550 militares.

A última edição da operação Ágata aconteceu em setembro, quando foi coordenada pelo Exército Brasileiro envolvendo também todos os órgãos de segurança desta localidade. 

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